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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Parque biologico da Serra da Lousã

 
O Parque Biológico da Serra da Lousã é um espaço onde se retrata e revive experiências relacionadas com o meio ambiente, tradição e cultura local.
 
Um espaço lúdico com Quinta Pedagógica e Centro Hípico, uma área de Vida Selvagem com as várias espécies de animais selvagens de Portugal, Ecomuseu com engenhos de rega de várias tipologias e moinhos de água e de vento, Museu Vivo de Artes e Ofícios Tradicionais com oficinas de artesanato e loja de venda e Museu da Tanoaria.
 
 
 

 
A Quinta Pedagógica assume-se como um “museu vivo”, permitindo reflectir o passado rural baseado na prática agrícola e pastorícia. Exibe actividades agrícolas utilizando técnicas e meios rudimentares, com animais treinados para recrear trabalhos ancestrais. Conta com animais domésticos de raças tradicionais portuguesas, entre vacas, cabras, ovelhas, coelhos, porcos, burros, cavalos e algumas aves de capoeira.
 
O Labirinto, construído com árvores de fruto (e único no mundo), é uma experiência viva que desperta os sentidos, onde os visitantes de todas as gerações e em todas as estações do ano poderão aprender a reconhecer as árvores e os seus frutos. As 320 árvores de 21 espécies diferentes, que o constituem são também uma homenagem aos viveiristas da região, que é o berço desta actividade em Portugal.
No Parque de Vida Selvagem o objectivo não é ser um “zoológico” tradicional, mas sim um parque que mostre, em ambiente próximo do natural, algumas das espécies selvagens que habitam o território português, onde a sensibilização para a preservação da Biodiversidade e o alerta para os vários factores de ameaça das espécies estão patentes.

O Parque é também um projecto de inovação social destinado á Integração laboral e terapia ocupacional para pessoas portadoras de deficiência, doentes mentais e vítimas de exclusão.
 
Actividades Lúdicas
Para grupos de visitantes ou para grupos escolares ou outras instituições, o Parque Biológico apresenta um vasto leque de actividades, mediante marcação prévia.
Tiro ao Arco | Jogos Tradicionais | Maneio de Equinos | Alimentação dos Cavalos | Passeios de Charrete
 
 
 

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Fotos incriveis....

O  fisioterapeuta polonês Miroslaw Swietek fotografou imagens da face de insetos coberta de orvalho.



Para conseguir o efeito desejado ele entra em uma floresta perto de sua casa no vilarejo de Jaroszow, na Polônia, por volta das três horas da manhã.



Usando uma lanterna, o fotógrafo amador de 37 anos procurou insetos imóveis, que pareciam dormir, e colocou sua câmera e flash a poucos milímetros deles.



Swietek disse que fotografia é um hobby há dois anos e meio e que gosta de registrar especialmente imagens de insetos e lagartos, segundo o jornal britânico Daily Mail.

"Entre às três e quatro horas da manhã os insetos estão dormindo e é fácil tirar fotos deles. O difícil é encontrá-los", afirmou.



"Precisa fotografar muito rápido porque o orvalho desaparece rapidamente."

O fotógrafo amador disse que tem livros que o ajudam a identificar os insetos. "Como estão cobertos de orvalho eu acho quase impossível saber o que são."



Embora insetos não "durmam" da mesma forma que os seres humanos, eles entram em um estado de entorpecimento em que ficam praticamente imóveis e menos sensíveis a estímulos externos.





Sapos são capazes de prever terramotos


O comportamento dos sapos durante o período de acasalamento pode possibilitar "prever o imprevisível", ou seja, um sismo, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira, dia 31, pelos pesquisadores de uma universidade britânica.

Uma "alteração brusca no comportamento" dos sapos comuns machos (Bufo-bufo) foi percebida "cinco dias antes do sismo" ocorrido na cidade italiana de Áquila, no dia 6 de abril de 2009, de acordo com a equipe que vigiava esses anfíbios em seu local de reprodução.

Os resultados obtidos sugerem que "os sapos comuns Bufo-bufo são capazes de pressentir eventos sísmicos importantes e de adaptar seu comportamento em consequência", disse a bióloga Rachel Grant da Universidade Open, em Milton Keynes, Reino Unido.

Junto de seu colega Tim Halliday, da Oxford, ela observava por vários dias os animais a 74 quilômetros de Áquila, no momento em que a cidade foi surpreendida pelo terremoto de magnitude de 6,3 graus e que fez 299 vítimas.

Cinco dias antes do tremor, o número de sapos machos presentes no local de reprodução brutalmente reduziu em 96%, um comportamento "altamente incomum" para esses anfíbios, segundo o estudo publicado no Journal of Zoology.

"Uma vez que os sapos chegam para se reproduzir, eles ficam habitualmente ativos em grande número no local de reprodução até que o período de acasalamento termine", lembraram Grant e seu colega da Oxford.

Nos três dias precedentes ao tremor, o número de casais caiu para zero.

Depois de terem abandonado o local com a proximidade do sismo, os machos retornaram para lá timidamente na lua cheia. Mas eles eram bem menos numerosos que nos anos anteriores: somente 34, contra 67 a 175 sapos contados no passado.

No dia 15 de abril, tendo se passado vários dias após o terremoto e dois dias depois da sua última réplica importante, o número de sapos continuou mais baixo que de costume.

Os pesquisadores confessam que não sabem ao certo "qual sinal ambiental" os sapos captaram com "tanta antecedência".

Mas eles destacaram que a baixa das atividades dos anfíbios coincidiu com as "perturbações pré-sísmicas na ionosfera", camada superior da atmosfera onde os gases são ionizados (elétricos).

Essas perturbações detectadas em radiofrequências baixas podem estar ligadas a vazamentos de radônio, gás radioativo que surge do subsolo terrestre, ou às ondas gravitacionais.

Outros animais como elefantes, peixes, serpentes ou lobos também foram estudados no passado à procura de sinais precursores de sismo, sem, entretanto, fornecer dados tão concretos como os dos sapos.



A última população conhecida de mamutes lanudos, que habitavam uma ilha remota do Ártico muito depois de os humanos inventarem a escrita, foram eliminados rapidamente, afirma um estudo divulgado nesta terça-feira.

 
A causa pode ter sido doenças, humanos ou catástrofes climáticas, mas é certo que não foram mudanças climáticas, sugere a pesquisa, publicada na revista Proceedings of the Royal Society B.

As exatas razões que fizeram grande parte desses gigantescos paquidermes - que na época percorriam em rebanho o território da Eurásia e América do Norte - morrerem no final da Era do Gelo geraram debates acalorados.
Alguns especialistas afirmam que os mamutes foram caçados até a extinção há 10 mil anos pela espécie que se tornaria predadora dominante do planeta: a humana.

Outros argumentam que as mudanças climáticas são culpadas, já que as espécies acostumadas a climas amenos tiveram de encarar um mundo mais quente.

É sabido que uma colônia de mamutes lanudos sobreviveu até 4 mil anos atrás onde está hoje a ilha de Wrangel, na Rússia, ao norte da Sibéria e no Oceano Ártico.




A datação por radiocarbono mostra que ao menos alguns desses animais ainda existiam no ano 1,7 mil anos antes de Cristo.

Para melhor entender a extinção, pesquisadores liderados por Anders Angerbjorn, da Universidade de Estocolmo, analisaram pedaços de DNA mitocondrial - material genético herdado através das fêmeas - extraído dos ossos e das presas.
Eles apontaram sinais de diversidade genética declinante, o que significaria que muita procriação consanguínea em uma população pequena poderia ter sido a causa, em parte, da morte dos animais.
"Pode ser que a ilha fosse simplesmente muito pequena para suportar uma população de mamutes a longo prazo", especulam os autores.

Em torno de 7,6 mil km² de área, a ilha de Wrangel é um pouco menor que a Córsega ou Porto Rico. A ilha de Wrangel foi gradativamente submersa de 12 mil a 9 mil anos atrás.

A perda de variação genética também poderia ter sido resultado das mudanças climáticas ocorridas quando a Terra entrou no período interglacial, que foi uma bênção para muitos animais, mas não para os animais gigantescos, afirma o estudo.
Para a surpresa dos estudiosos, no entanto, foi concluído que a diversidade genética manteve-se estável, ou até mesmo aumentou levemente, até o final.
"Isto sugere que a extinção final foi causada por uma mudança relativamente súbita no ambiente em que os mamutes viviam", salientou o estudo.

De acordo com dados arqueológicos, os humanos aparentemente chegaram à ilha 100 anos depois de os mamíferos terem desaparecido.
Isso provaria que não foram os 'Homo sapiens' que mataram os últimos mamutes, mas é possível que os humanos tenham chegado antes na ilha, sem deixar rastros.

Sobram as hipóteses clima ou doença - levantadas pelos pesquisadores -, que notaram que um evento súbito - uma mega tempestade, por exemplo - ou uma nova bactéria ou vírus poderia ter varrido a população remanescente.


 
O destino dos mamutes na ilha de Wrangel, afirmam eles, não é necessariamente um microcosmo de todas as espécies, porque as ilhas exercem pressões evolutivas diferentes nas diversas espécies animais.

Uma das teorias levanta a hipótese de as florestas em expansão na Europa e em parte da Ásia terem expulsado esses animais, comedores de grama, que foram gradualmente morrendo de fome.

Policia foge de uma alcateia de Lobos


Um polícia de trânsito russo passou por uma situação caricata quando, durante uma normal fiscalização rodoviária, se viu na necessidade de se refugiar dentro do carro do condutor que autuava, por reparar que se aproximava na sua direcção uma alcateia com cerca de uma dúzia de lobos.

Esta situação ocorreu na região de Rostov-on-Don, perto do Mar de Azov e em plena auto-estrada M23, quando o polícia mandou parar um condutor que transitava na via com um farol partido. Enquanto solicitava os documentos ao infractor, reparou nos lobos, que corriam em direcção a si, e não lhe restou outra solução senão saltar para dentro do carro, onde ficou até os lobos desaparecerem e poder então voltar à sua viatura.

Na faixa contrária, o seu parceiro de patrulha não teve também outra alternativa senão entrar na viatura policial, enquanto alguns condutores se viram na necessidade de entrar nas faixas de sentido contrário para evitar atropelar os lobos, que passavam a correr, ignorando as forças da ordem e as mais elementares regras de trânsito.

Este não foi o primeiro incidente com lobos na Rússia esta semana, já que pelo menos dois lobos foram vistos num parque de estacionamento de um supermercado na periferia de Moscovo.

Ainda não se conhecem as razões para estes acontecimentos, embora a falta de presas ou uma elevada taxa de natalidade dos lobos nos últimos anos sejam os factores mais apontados, para estes animais entrarem em locais tão movimentados e ruidosos.