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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Acariciar animais de estimação ajuda a proteger o corpo contra gripes e resfriados

Estudos recentes apontaram o que ajuda o organismo a melhorar seu sistema imunológico. Ter um animal em casa e acarinhá-lo durante 18 minutos pode fazer muito bem ao dono do pet porque aumenta a produção de imuglobulina, anticorpos naturais do organismo contra gripes e resfriados. Os cientistas chegaram a conclusão que um simples toque de um alguém querido no ombro traz um benefício semelhante à saúde.

De acordo com pesquisadores, a alegria e o riso provoca a liberação de substâncias químicas no cérebro que melhoram a função imunológica, protegendo o corpo dos micróbios invasores.
O banho de sol por 20 a 30 minutos ao dia, antes das 10h da manhã e depois das 15h, também ajuda o sistema imunológico. Os raios solares estimulam a imunidade da pele e inibem a ação das bactérias. Incluir sopas nutritivas no cardápio também contribui para afastar as bactérias do corpo.

O alimento preserva a energia dos alimentos e mantém suas propriedades terapêuticas, facilitando a absorção dos nutrientes pelo organismo. A sopa, segundo os estudiosos, ajudará a manter em dia seu sistema imunológico.

Cães ajudam no desenvolvimento de crianças autistas, diz estudo

O cão não é apenas o melhor amigo do homem. Estudo revela que o animal treinado pode ajudar crianças que possuem transtornos de desenvolvimento.
Pesquisadores da Univesidade de Montreal, no Canadá, descobriram que eles podem reduzir significativamente os níveis de ansiedade em crianças autistas.

"Nossos resultados mostraram que os cães tinham um claro impacto sobre os níveis do hormônio do estresse das crianças", disse Sonia Lupien, a autora do estudo Sonia Lupien.
Para detectar os níveis de estresse, Sonia e sua equipe mediram a quantidade de cortisol presente na saliva de 42 crianças autistas. O cortisol é um hormônio produzido pelo corpo em resposta ao estresse e é detectado na saliva.

"Nós observamos o nível de estresse das crianças em três condições: antes e durante o convivívio com o cão e depois quando ele foi embora", afirmou. Durante todo o experimento, os pais preencheram um questionário indicando o comportamentos dos filhos durante as três etapas. Em média, os pais apontaram 33 comportamentos problemáticos antes de receber o cão e 25 com a presença do animal.

De acordo com a publicação Daily Mail, o estudo publicado na revista Psychoneuroendocrinology também descobriu que os cães podem ajudar nas suas habilidades sociais. A crianças autistas encontram dificulades para entender emoções e sentimentos das outras pessoas.

Os pesquisadores entendem que seria uma solução relativamente simples para ajudar as crianças e suas famílias a lidarem com essas dificuldades

Comichões em Cães

Hoje em dia é muito frequente, como queixa principal nas consultas de cães, os problemas correlacionados aos pruridos (ou coceiras) na pele, sendo os cães mais acometidos que os gatos.As causas de pruridos dermatológicos são diversos, abrangem desde problemas infecciosos:

bacterianos e fúngicos;

parasitológicos:

infestação por pulgas, carrapatos, sarnas e algumas larvas de vermes; seborréicas: seca ou úmida; alérgicos, tendo como causas relacionados a alimentação, pulgas (saliva), produtos de limpeza de casa, produtos utilizados nos banhos, inalantes (pólen de flores, pó, gramíneas...); ou até associações destes.

Para determinarmos a causa principal, temos que examinar o animal acometido, às vezes realizar exames complementares quando necessários, e principalmente, no histórico do animal, verificar fatores que podem desencadear o problema, sendo esse último, ponto importante para determinarmos a causa específica, principalmente quando falamos de alergias.Por isso todas informações devem ser passadas ao Médico Veterinário de seu animal, como por exemplo: produtos de limpeza utilizados em casa, no banho do animal, tipo de material (é o comedouro ou bebedouro), se teve presença de pulgas, se tem contato com outro animal, utilização de perfumes, contato com gramas, alimentação que o animal recebe, e até as famosas "guloseimas" pois não resistimos a cara de "pidão", e por "dó" fornecemos diferentes tipos de alimentos ao nosso Labrador.

A partir do possível diagnóstico, o Médico Veterinário irá tratar conforme a causa encontrada. Utilizando desde antimicrobianos orais, shampoos específicos, ou até mesmo fazer um teste de retirada, onde devemos alterar a rotina do animal para determinarmos corretamente a causa do problema, através de mudança de alimentação, administração de anti-pulgas, substituição de produtos de limpeza e de banho do seu animal. Esse teste é de período demorado, e após este, deve reintroduzir gradativamente um produto por vez, determinando assim a causa do problema.

Por fim ressaltamos que os problemas dermatológicos, são de causas diversas, e que o tratamento definitivo pode ser demorado. Portanto nem toda coceira significa presença de pulgas, e qualquer tipo de alimentação, por mais saudável que possa parecer, pode ser prejudicial ao nosso Cão...

Acidentes pós-vacinas...

1. INTRODUÇÃO O objetivo deste relato técnico é prestar importantes esclarecimentos aos proprietários de animais de estimação, quanto aos riscos dos procedimentos de imunização (vacinação) de seus animais, sem a devida orientação e/ou supervisão médico veterinária; considerando que esta vem se tornando uma prática, cada vez mais comum e temerosa, com o advento da comercialização de vacinas em pet shops e lojas de produtos agropecuários. Não somente os aspectos abaixo apresentados seriam os fatores únicos de nossa preocupação com a vacinação praticada por leigos, mas também aqueles que proporcionam interferências negativas nas respostas imunológicas às vacinas; tais como, interferência de anticorpos maternos, verminoses e doenças intercorrentes. Fatores estes também, que só poderão ser detectados e resolvidos por médicos veterinários.

2. OS ACIDENTES PÓS-VACINAIS Existem três formas principais de manifestações sintomáticas que caracterizam os acidentes pós-vacinais; reações alérgicas locais, reações alérgicas sistêmicas (choque anafilático) e acidentes neuro-paralíticos.

A) Reações alérgicas locais As reações alérgicas locais que podem ocorrer após a aplicação de vacinas estão associadas a presença de um adjuvante de imunidade, necessário para aumentar a resposta imunogênica. A maioria das vacinas inativadas contém adjuvantes e a reação pós-vacinal está relacionada com uma questão de sensibilidade individual. Estas reações locais se caracterizam por uma alopecia (queda de pelo) no local de aplicação da vacina, como resultado de uma paniculite granulomatosa focal ou de uma vasculite, podendo se apresentar hiperpigmentada.

B) Reações alérgicas sistêmicas (Choque Anafilático) A anafilaxia é uma síndrome determinada por um choque sistêmico, que se manifesta minutos após a disseminação do alérgeno nos animais sensibilizados. Dentre os alérgenos que podem induzir a uma anafilaxia estão as vacinas. Os órgãos envolvidos na anafilaxia, na maioria dos animais, são o baço e os pulmões. A liberação de aminas vasoativas resulta em uma vasodilatação esplênica, colapso vascular periférico, e em casos severos, coma e morte. Os sinais clínicos incluem náusea, vômitos, diarréia, inquietação, ataxia, ataques epileptiformes, palidez das membranas mucosas, taquipnéia e taquicardia. Alguns animais podem mostrar sinais de hipersalivação, tenesmo e defecação. A anafiaxia pode também ocorrer em formas localizadas, referidas como edema angioneurótico ou facio-conjuntival e reações urticariformes. O edema angioneurótico é tipicamente manifestado por inchaço dos lábios, pálpebras e conjuntiva, e é gerado pelo mesmo tipo de alérgeno que induz a anafilaxia sistêmica. As lesões urticariformes são lesões salientes e pruriginosas da pele, que ocorrem alguns minutos após à exposição ao alérgeno.

C) Acidentes neuro-paralíticos São afecções nervosas desmielinizantes ou mielinoclásticas, determinantes de uma encefalomielite alérgica, cujo substrato é a desmielinização do Sistema Nervoso Central. Estas afecções têm maior importância no cão, que é mais sujeito a tais encefalites, pela frequência com que é imunizado com determinadas vacinas anti-rábicas. Está evidenciado que a substância responsável pela encefalite alérgica existe na substância branca do cérebro de mamíferos. Quando injetada esta substância, haveria a formação de anticorpos que se ligariam a uma parte não determinada da mielina, causando sua degradação e consequente estabelecimento da encefalite alérgica. Em condições naturais, o processo aparece sobretudo em animais e em seres humanos, que inesperadamente exibem sintomas de paralisia, alguns dias após à administração de suspensões de tecido nervoso (vacinas antirábicas). A afecção se inicia, comumente, por paralisia de um ou mais membros, com rápida progressão por todo o corpo. A morte é o desfecho habitual, nas formas graves da enfermidade.

3. CONCLUSÕES Podemos ver desta forma, que todo processo de imunização em animais domésticos de estimação deve passar pelo crivo da responsabilidade técnica de um profissional médico veterinário, que avalie primeiramente a condição básica de saúde deste animal que será submetido à vacinação; analisando seu nível de infestação parasitária, sua condição nutricional e elaborando um programa de vacinação que obedeça as possíveis condições de imuno-interferências, para definição do quantitativo adequado de doses seriadas em relação a faixa etária de aplicação do mesmo. Por conseguinte, em decorrência dos riscos de acidentes pós-vacinais descritos, a exigência de uma supervisão e acompanhamento do ato de aplicação deste programa de vacinação, fica clara e evidentemente demonstrada neste relato técnico.

Cuidados com a hospedagem dos cães...

Época de Férias é um momento muito especial para todos nós. Momento de rever a família e os amigos.

Existem diversas regras que devem ser observadas para quem deseja viajar com segurança com seu animal. Para viagens pelo território nacional basta apresentar a carteira de vacinação do animal atestando a validade da vacina anti-rábica, apresentar um atestado de vacinação, fornecido por qualquer veterinário, informado que o animal não possui qualquer doença infecto-contagiosa. Não se esqueça que para viagens rodoviárias, incluindo o carro da família, o animal NÃO PODE ir solto dentro do carro, devendo ser mantido dentro de “transportes”. Esse procedimento, por mais angustiante que seja para o proprietário, é a forma mais segura para a família, além de não desrespeitar a legislação de trânsito vigente no Brasil.

Se a viagem for feita através de avião, certifique-se junto à companhia aérea quais são os procedimentos. Por questão de segurança, há uma limitação no número de animais por vôo. Sendo assim, a comunicação com a empresa aérea para o agendamento da viagem de toda a família é primordial.
Para as viagens internacionais a documentação é bem diferente com pré-requisitos específicos de cada país. Não se esqueça que, ao regressar para o Brasil, você deve apresentar todas as documentações solicitadas pelas autoridades brasileiras e que, às vezes, não são as mesmas exigidas pelos países estrangeiros. A falta de documentação pode fazer seu animal de estimação voltar para o país de origem (olha a confusão!) e o que era uma viagem em família acaba se tornando um pesadelo.

Mas, o que fazer com os nossos animais de estimação quando não é possível levá-los na viagem?

Sugiro algumas orientações:

Visite o local antes de deixá-lo para verificar as condições de higiene e segurança;

Verifique os hábitos do local. Os animais ficam soltos ou presos? Por quanto tempo? Qual o tamanho do local onde ficam confinados? O local é aberto ou fechado? Possui ventilação ou ar-condicionado?

Verifique a periodicidade da limpeza das instalações, incluindo os canis, potes de comida e água e a limpeza da piscina, quando houver;

Certifique-se que o local não receberá animais agressivos ou anti-sociais;
O local deve exigir a carteira de vacinação do animal, atestando que todas as vacinas estão em dia;

Usar um bom produto ectoparasiticida, impedindo a infestação do animal com pulgas, carrapatos ou piolhos;]

Por mais que os locais ofereçam serviço veterinário, avise o seu médico de confiança que você está viajando e que qualquer emergência ele poderá ser avisado;

Alguns locais oferecem serviço de acompanhamento via internet o que pode ser um diferencial na hora da escolha;
A indicação de um serviço de qualidade, quando possível, é essencial.